À medida que novas tecnologias emergem, comportamentos se transformam e a sustentabilidade ganha cada vez mais protagonismo, profissionais de arquitetura, design e construção civil se veem diante de um novo cenário: dinâmico, desafiador e repleto de oportunidades.

No NCD, vivemos essas transformações de perto. Conectando profissionais, empresas e ideias, acompanhamos de forma ativa o que está moldando o presente e o futuro do setor. Por isso, reunimos as principais tendências que estão redesenhando o mercado em 2026 para inspirar, provocar e orientar.

1. Inteligência Artificial no processo criativo

O uso de IA generativa deixou de ser tendência para se tornar realidade em escritórios de arquitetura e design. Softwares como Midjourney, DALL·E e ferramentas de automação de layout já fazem parte do processo de criação, ajudando a testar ideias, gerar variações visuais e simular soluções antes mesmo de entrarem no CAD. A IA tem se mostrado uma parceira estratégica, otimizando tempo e potencializando o repertório criativo. No entanto, exige ética, curadoria e senso crítico: atributos humanos que continuam essenciais.

African american woman using vr glasses at work for 3d visual simulation. Standing businesswoman working on building model maquette with modern digital plan design technology

2. Sustentabilidade e materiais conscientes

O mercado não aceita mais projetos que não considerem o impacto ambiental. Em 2026, a sustentabilidade não é mais diferencial: é premissa. Isso se reflete na escolha de materiais recicláveis, no uso inteligente da energia, no reaproveitamento de resíduos e em práticas construtivas de baixo impacto.

Materiais como cimento verde, madeira engenheirada, tintas ecológicas e bioplásticos estão em alta, e o design precisa estar atento a essas soluções que unem estética, tecnologia e responsabilidade ambiental.

3. Design com propósito: o espaço como extensão do bem-estar

O design de interiores ganhou uma nova missão: cuidar das pessoas. A valorização do bem-estar físico e emocional está por trás do crescimento do design biofílico, da humanização de ambientes corporativos e da criação de espaços que promovem saúde mental, conforto sensorial e pertencimento.

Mais do que bonito, o projeto precisa ter significado: acolher, inspirar, conectar. Seja em uma residência, um hospital ou um coworking, o design afetivo é uma das grandes forças transformadoras do setor.

4. Espaços híbridos e a nova forma de habitar e trabalhar

A fronteira entre casa, trabalho, lazer e convívio continua se dissolvendo. A pandemia acelerou essa transição, mas o que vemos em 2026 é a consolidação de uma nova cultura espacial: ambientes híbridos, móveis multifuncionais, divisórias flexíveis, áreas adaptáveis. Empresas buscam sedes mais acolhedoras; casas incorporam estações de trabalho. O design precisa oferecer soluções versáteis, que se moldem à rotina fluida das pessoas com estética, funcionalidade e identidade.

O NCD no centro das transformações

Como polo que conecta arquitetura, design, inovação e negócios, o NCD acompanha de perto essas tendências e fomenta o ecossistema criativo de Santa Catarina. Por meio de eventos, curadorias, networking, capacitações e apoio aos profissionais e empresas associadas, seguimos com o propósito de construir o futuro do setor com colaboração e protagonismo. As transformações estão em curso. E o melhor lugar para viver essa nova fase é junto de quem movimenta o mercado.

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