Menu

Inspirado pela força regeneradora da embaúba, Lucas Takaoka assina o ambiente proprietário da Cosentino na CASACOR São Paulo

08/07/2022 - Comunicação Cosentino





A Cosentino, multinacional líder na produção e distribuição de superfícies inovadoras e sustentáveis para o mundo da arquitetura e do design, está presente na edição que celebra os 35 anos da CASACOR São Paulo, que acontece de 05 de julho a 11 de setembro, no icônico Conjunto Nacional, edifício localizado na Av. Paulista, projetado pelo arquiteto David Libeskind.





Denomiado Casa Cosentino Embaúba, o projeto, que leva a assinatura do arquiteto e designer Lucas Takaoka, é inspirado na embaúba, árvore nativa brasileira que, na natureza, é responsável pela regeneração de áreas desmatadas ou que estão em recuperação. Com 220m², o ambiente faz um convite à reflexão sobre na ressignificação das nossas próprias vidas e como reconstruir os pontos defasados e frágeis que foram afetados nos últimos dois anos, principalmente para preservar, a melhor maneira possível, o nosso futuro.




“A Casa Cosentino Embaúba é um projeto que representa nossa maior busca nos últimos dois anos. O ser humano acabou por priorizar ao máximo seu tempo a uma qualidade de vida unida ao ritmo de trabalho. Dessa forma o home-office em muitas ocasiões acabou se deparando com paisagens de campo, litoral, mata, onde cada indivíduo se adaptou a praticamente um período de forma introspectiva, não egoísta, mas de cuidar de si. O êxodo urbano em busca da mata, do cheiro de chuva, de intervalos no cotidiano, em locais desatrelados aos paredões cinzas urbanos. Esse foi um panorama de ensinamentos e amadurecimentos”, explica Lucas. 





“Hoje estamos praticamente de volta ao ritmo “normal”. Mas nós hoje paramos e, mesmo que em pequenas doses, aprendemos a valorizar nosso bem mais precioso, o tempo. Os detalhes de nossas vidas foram sendo minuciosamente alterados conforme nosso corpo analisava nossas carências. Carência de pausa, de intervalo, de mais respiros ao ar-livre e limpo. Essa casa representa um pouco da ressignificação das nossas próprias vidas, estabelecendo nossas prioridades, nossa salubridade, nossa busca por ambientes rodeados e abraçados por vegetação. Uma diária manutenção da alma”, completa o arquiteto. “E assim como a embaúba, que equilibra a mata e torna uma área degradada em vida, nós também estamos vivenciando um momento de reconstrução”, conclui Lucas.